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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Redes sociais e currículo escolar

Twitter, YouTube e Flickr nas salas de aulas como ferramentas de uso pedagógico é uma proposta interessante e requer uma análise criteriosa.

Educador quer redes sociais no currículo escolar

Pesquisador da Unicamp participará de congresso sobre redes sociais na educação. "Blogs só são usados para divulgar conteúdo", diz

As redes sociais, como o Twitter, o YouTube e o Flickr, podem – e devem – entrar nas salas de aulas como ferramentas de uso pedagógico, na avaliação do pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) da Unicamp, José Armando Valente.

Nesta sexta-feira(01/04/2011), o professor participou do congresso People.Net in Education, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, que vai discutir a aplicação das redes sociais à educação. Ao iG, Valente adiantou o foco de sua palestra e a preocupação de que as ferramentas não sejam usadas apenas como um apêndice das aulas, mas que haja uma orientação sobre o conteúdo consumido e gerado para a rede dentro das escolas: “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A idéia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”, diz. Para o professor, atualmente, nenhum país consegue fazer isso de forma sistemática, penas através de iniciativas pontuais.

Confira a entrevista concedida por telefone pelo pesquisador, que é também professor o Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação do Instituto de Artes da Unicamp e pesquisador colaborador do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da PUC-SP:

iG: As redes sociais já são usadas nas escolas como ferramenta para desenvolver o aprendizado dos alunos?

José Armando Valente: Tem professores – pontualmente – usando blogs e outros recursos de rede sociais em aula, mas isso só ocorre por interesse particular de alguns profissionais. Não existe uma prática incentivada por grupos, escolas, redes de ensino. Mesmo assim, o que eles fazem, na maioria dos casos, é usar blogs para divulgar algum conteúdo que não deu tempo de passar em aula, receber material de aluno. Essa prática não inova em nada, é apenas uma outra forma de transmitir informação. Poderia ser usado um email, por exemplo.

iG: E como seria o uso de forma inovadora?

José Armando Valente: As ferramentas de redes sociais devem ser usadas como práticas pedagógicas, de forma integrada ao currículo. Não adianta só acessar a rede dentro da escola, sem uma proposta. Tem que ter alguém olhando e orientando, verificando se os alunos estão gerando conteúdo de fundamento, se tem um conceito sendo trabalhado. Isso é o que quero falar na palestra (no congresso Congresso People. Net in Education): “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A idéia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”.

iG: O senhor poderia citar exemplos práticos?

José Armando Valente: Brincar no Twitter gera um conteúdo de síntese muito grande. O professor de português poderia usar essa atividade para treinar o resumo de idéias com os alunos. Mas não é o que ocorre. Os jovens usam a ferramenta, mas o professor não intervém, não questiona o que eles fazem. Outro caso que tomei conhecimento é o de uma escola que propôs que os alunos organizassem um flash mob (mobilização instantânea em local público, geralmente organizada por email ou redes sociais). Deu certo, mas os professores de matemática perderam a oportunidade de trabalhar vários conceitos em relação ao evento, como estratégia e logística, que são conteúdos da aula de matemática. A escola fez a atividade, mas não usou como prática pedagógica. Aí nas aulas mantém o método tradicional de transmissão de conhecimento, que se torna uma chatice para os alunos.

iG: Quais as dificuldades para tornar esse uso das atividades em rede como prática pedagógica uma realidade?

José Armando Valente: É muito difícil, é mais fácil usar recurso para transmitir informação, do jeito que sempre foi. Mesmo quando os professores têm interesse e vontade, não têm apoio da gestão da escola, das redes de ensino para aplicar outros tipos de aula. É complicado usar de forma isolada, tem que estar no currículo. Hoje, as redes sociais são usadas só como apêndices, atividades fora da rotina.

iG: Em algum país é diferente e as redes já são integradas ao currículo?

José Armando Valente: Ninguém faz isso no mundo inteiro. Mesmo a Coréia do Sul e a Dinamarca, países tecnologicamente avançados e com bons resultados nas avaliações educacionais, não conseguiram. A Inglaterra tem um grupo que está trabalhando o conceito há algum tempo, tem consciência da necessidade dessa mudança, mas só aplicou a prática em escolas pontuais.

iG: Por que as mudanças tecnológicas demoram mais a ser incorporadas no ambiente escolar que em outros meios. As escolas continuam muito parecidas com as de décadas atrás...

José Armando Valente: O ensino tem uma estrutura hierarquizada, difícil de ser transformada. Uma das atividades da educação é perpetuar o status quo. E essa manutenção tem um valor. Mas essa mudança que estamos falando, das atividades da era do lápis e papel para a era digital, é necessária. Um gráfico que era desenhado no papel agora rapidamente ganha recursos e formas através da tecnologia. O estudo dele muda, não basta só entender o gráfico, mas é preciso interpretá-lo, dar novas funções e movimentos a ele. E isso tem que entrar no currículo.

iG: Muitas vezes, os alunos já têm mais facilidade com a tecnologia do que os professores. Isso não atrapalha a relação professor-aluno? Como os docentes devem se preparar para lidar com essa diferença de experiência e conquistar o respeito dos alunos?

José Armando Valente: O professor tem que ser esperto, usar os conhecimentos do aluno, pedir ajuda no que os jovens conhecem mais, organizar uma dinâmica na sala de aula que dê voz a quem sabe. O professor precisa sair do pedestal e entender que tem gente que sabe mais que ele. A grande dificuldade está em querer que o professor saiba tudo, enquanto a molecada toma conta. É preciso fazer uma parceria com o aluno.
Fonte: Portal IG

O que podemos aprender com a Finlândia – 2 -

O que lá hoje existe baseia-se em 120-150 anos de alfabetização consolidada graças a uma sociedade civil forte e a uma adesão das populações à leitura e escrita.

Aqui no Brasil numa entrevista ao Brasilianas.org a professora Onaide Schwartz Correa de Mendonça, coordenadora do curso de pedagogia da Universidade Estadual Paulista(UNESP) nos relata

“... Paulo Freire nos ensinou que a educação sozinha não transforma a sociedade, mas que sociedade nenhuma se transforma sem educação.”

“... o analfabetismo funcional tem início no processo de alfabetização que vem sendo conduzido de forma equivocada, pois há mais de 20 anos o país adotou teorias que não trouxeram aplicações adequadas à alfabetização, o que impede milhares de crianças, anualmente, de aprender a ler e escrever.”

Falta metodologia de alfabetização nas escolas

Ler na íntegra:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-alfabetizacao-nas-escolas?page=1

O que podemos aprender com a Finlândia - 1 -

Ao longo de 5 dias os posts convergiram sobre como a Educação é vista por Göran Björk, professora de Educação da Universidade Åbo Akademi - VAASA – Finlândia(e como adicional,dois vídeos instigantes)e por Reijo Laukkanen,também professor, do Internacional Education Policy, da Universidade de Tempere, na Finlândia que proferiu uma palestra no Educador – Congresso Internacional de Educação, em São Paulo.

Sabemos que Brasil e Finlândia são realidades bem diversas. No entanto a busca por uma educação de qualidade para todos é uma causa comum. Aprendemos uns com os outros(já nos ensinou Paulo Freire)e no caso a Finlândia pode nos apontar algumas pistas de como chegar lá.

O que podemos aprender com a Finlândia - 1 -

Na Finlândia o "segredo" é simples: a educação é encarada como prioridade nacional.

Os docentes do seu país têm compromisso com a aprendizagem. "Quando eles percebem que existem alunos com problemas para acompanhar os assuntos, fazem reuniões com os pais e recomendam aulas de reforço. Essas aulas são pagas pela sociedade, que entende que a educação é uma prioridade máxima", elogiou.

A Finlândia criou seu sistema educacional com medidas simples e focado no professor.

A nossa realidade é bem diversa como apontam alguns trechos que destaquei do artigo

Falta política contra alfabetismo funcional - publicado no Brasilianas org

O problema

Apenas 27% da população entre 15 e 64 anos é plenamente alfabetizada, segundo o último Indicador de Alfabetismo Funcional (INAF), produzido pelo Instituto Paulo Montenegro, referente ao ano de 2009.

O levantamento aponta que 52% dos brasileiros que estudam até a 4ª série conseguem atingir, no máximo, o grau rudimentar de alfabetismo, onde estão classificadas pessoas com capacidade de ler e entender textos curtos, realizar operações de matemática simples, mas incapazes de fazer uma redação relatando como foi seu dia, ou de interpretar um artigo de jornal. Entre os alunos do ensino médio, apenas 41% apresentaram o nível pleno de alfabetização. E, não que possa chamar mais atenção, 29% dos estudantes que ingressam no ensino superior não dominam leitura e escrita.

Na última década, o país praticamente universalizou o acesso ao ensino fundamental (98%) de jovens entre 7 e 14 anos, reduzindo a taxa de analfabetismo, conforme registro da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostro de Domicílios), de 11,5%, em 2004, para 9,7%, em 2009. A mesma pesquisa revela que a taxa de analfabetismo funcional diminuiu de 24%, em 2004, para 20% em 2009, na população de 15 anos ou mais de idade.

O coordenador-geral de alfabetização de jovens e adultos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), do Ministério da Educação, Mauro da Silva, explica que não há hoje no país uma ação específica para combater o alfabetismo funcional. Esse público acaba sendo atendido pelos cursos de atenção a jovens e adultos (EJA), no país como um todo.

O último levantamento do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) registrou queda de 5% nas matriculas de educação básica do EJA, de 2009 para 2010. As matrículas no último ano totalizaram 4.234.956, sendo 67% no ensino fundamental e 33% no ensino médio. O porta-voz do MEC, diz que o que tem sido feito de imediato para derrubar as taxas de alfabetismo funcional, bem como de analfabetismo no país, é a Agenda Territorial de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos, com estados e municípios, de forma a induzir a realização de pactos entre esses entes e a União.
A ação foi lançada oficialmente em dezembro de 2008, e ainda está em fase de implementação.
...

Uma estratégia

Entrevista de Onaide Schwartz Correa de Mendonça, coordenadora do curso de pedagogia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) em Brasilianas Org

“...antes combater analfabetismo funcional, é preciso combater o analfabetismo. “Com a alfabetização de adultos acontece o mesmo processo que vem ocorrendo com a alfabetização infantil. Os materiais encaminhados para esses cursos são adequados apenas para quem já sabe ler e escrever, pois contém atividades que visam desenvolver habilidades de leitura escrita (o letramento)”, explica. A conseqüência disso é que o aluno não consegue aprender de modo geral e abandona o curso, uma vez que os conteúdos específicos para o aprendizado da língua não são bem trabalhados desde o início.

.a maioria dos cursos de formação pedagógica no país não tem sequer uma disciplina que trate da alfabetização, e que um dos grandes problemas da educação brasileira está nas políticas públicas que não sabem orientar a alfabetização. Ela recomenda que os governantes prestem atenção nas grades curriculares dos cursos de formação de professores no país.

A condição econômica, assim como as salas de aula super lotadas, contribuem para o conjunto de fatores que prejudicam a alfabetização, principalmente nas escolas públicas. Ainda assim, o número de analfabetos no país poderia ser bem menor do que o registrado na PNAD 2009, de 14,1 milhões.
...

Frente ao fracasso da alfabetização de hoje sou levada a acreditar que o maior problema seja o metodológico, ou menos, a ausência de metodologia e de conteúdo específico da alfabetização”, conta. Onaide defende o método de alfabetização sociolingüístico – “sócio” de socialização e conscientização por meio do diálogo, e “linguístico” por desenvolver conteúdos específicos de alfabetização.

O método viria para substituir o que tem sido utilizado nos livros de alfabetização do país, criados a partir da “má interpretação da teoria construtivista, Psicogênese da língua escrita”, que proporciona o letramento, ou seja, o uso da leitura da escrita. Mas se esquece da alfabetização de, simplesmente, ensinar crianças com se combinam consoantes e vogais na composição de sílabas.”

A melhor escola do mundo



Bons professores e alto nível de exigência são indicadores de sucesso em educação na Finlândia

Fonte IG

A Finlândia tem o sistema educacional considerado o melhor do mundo. Foi três vezes campeã do Programa Internacional de Avaliação por Aluno (PISA), a mais abrangente avaliação internacional de educação, feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Segundo o professor Reijo Laukkanen, do Internacional Education Policy, da Universidade de Tempere, na Finlândia, o segredo do case de sucesso deve-se em grande a formação dos professores finlandeses e as altas expectativas que eles têm de seus alunos.

Durante palestra realizada nesta quinta-feira( 13/05/2010), no Educador – Congresso Internacional de Educação, em São Paulo, Laukkanen explicou que os professores estão entre os profissionais mais populares da Finlândia. Os salários são bons, mas não o suficiente para atrair os jovens profissionais. A reputação da carreira é o principal fator na escolha. “Não é o salário que torna a carreira tão popular e atraente na Finlândia. Nossos salários estão em desvantagem em relação aos de outros países da Europa.
A diferença é que todos os nossos professores têm mestrado em educação e a carreira acadêmica é extremamente respeitada.”

As tecnologias educacionais, forte tendência no Brasil, não influenciam o bom desempenho dos alunos finlandeses e não têm a ver com as melhores notas, de acordo com Laukkanen. “Temos tecnologia nas escolas, mas os professores não a usam. As crianças têm mais acesso à tecnologia em casa do que na escola. Algumas cidades têm lousas interativas, digitais, mas nossa educação não é baseada em tecnologia e sim em professores”, conta o professor, que também é conselheiro na Finnish National Board of Education (FNBE).

Não há um segredo da educação finlandesa. Para Laukkanen, o sucesso vem de uma combinação de fatores, além do bom corpo docente. “A educação é nacional, com um currículo unificado e tem como objetivo o país obter um bom desempenho. Tanto faz onde você colocar o seu filho porque em qualquer lugar da Finlândia a educação é a mesma. Nossos profissionais de educação têm autonomia, liberdade, são reconhecidos e respeitados.”

Além disso, o professor aponta a alta expectativa de desempenho dos alunos e o suporte às crianças que não conseguem acompanhar o ritmo. “Quando sobe a exigência, quando o objetivo é mais alto, o nível de qualidade sobe bastante”, analisa. “Na Finlândia, as mentes mais brilhantes se tornam professores. São a chave principal do nosso sucesso. Temos também uma boa estrutura política educacional. Se não tivéssemos essa base de apoio, não adiantaria ter bons profissionais.”

Carga horária

A carga horária na Finlândia se aproxima do período integral no Brasil. É mais tranquila nos primeiros anos e aumenta gradativamente. “Nos primeiros anos as crianças passam 19 horas por semana na escola. No quarto ano aumenta para 23 a 24 horas por semana, até chegar a 30 horas, na 7ª e 9ª série. Procuramos poupar os pequenos”, brinca Laukkanen.

Marina Morena Costa – São Paulo
direto do blog Comentando os fatos

domingo, 3 de abril de 2011

Educação no exílio ou dimensão existencial da educação

*Göran Björk

O tema deste trabalho é a dimensão existencial da educação.

Esta dimensão educacional, chamada de competência existencial, é formulada em contraste com as qualidades funcionais da educação, da chamada competência funcional.

O objetivo é investigar a constituição da educação no contexto de uma competência funcional e existencial.O estudo é focado principalmente na antropologia da educação e os centros de discussão na questão dos seres humanos e de devir.

O estudo centrou-se na antropologia da educação porque é importante fazer perguntas, mesmo fora das tradições de cultura ocidental e da filosofia.

A escolha de perspectiva fez com que o estudo se concentrasse nos conceitos de educação e significados nas duas culturas originais em que a Europa e a civilização ocidental se baseiam, viz. do grego e da cultura hebraica.

Nesta perspectiva, o Antigo Testamento, a teologia da tradição cristã, judáica ou os documentos e elementos de tempo pré-judeus dão informações importantes.

Mas a contribuição cultural grega também tem que ser criticamente analisada e interpretada.

A pesquisa educacional tem se preocupado principalmente com a tensão dicotômica entre o indivíduo e o coletivo.

Esta inclinação polar e antagônica da educação torna difícil elucidar a diferença entre o existencial individual e funcional e a dimensão coletiva da educação.

Um modelo alternativo cresce a partir do estudo da cultura pré-judaica.

Esta alternativa, chamada de modelo tricotômico, é usada para estudo em seres humanos para sair das estruturas ideológicas da dicotomia entre indivíduos e coletivos.

NERA-congresso
15.- 18. Março de 2001, Estocolmo, Suécia

* Professora de Educação da Universidade Åbo Akademi –
VAASA - Finlândia


O problema da humanidade em Educação

Mais um texto e um vídeo relacionados à Educação que nos vem da Finlândia

*Göran Björk

O crescimento para o ser humano parece ser problemático em um ambiente que se centra sobretudo nas dimensões funcionais do indivíduo. Estas dimensões funcionais saíram de uma orientação educacional que leva o ponto de partida para a sociedade como estrutura.

Definir a problemática educacional dessa maneira é uma questão bem conhecida.
O problema está em uma situação onde a educação em alto grau é definida pelos quadros ideológicos da estrutura social em um contexto nacional, que tem cada vez mais características das estruturas internacionais.

A ciência da educação corre o risco, nesta situação, de se aliar com alguns tipos de ambições ideológicas. Este perigo é evidente no caso em que a avaliação das atividades de crescimento é baseada em métodos científicos. Os resultados podem ser utilizados de forma acrítica, que se abre para o viés ideológico da práxis.

Nesta situação é importante dar ao problema do ser humano um respeito maior a partir de uma perspectiva da filosofia da educação.

Mas esta posição filosófica tem que passar por uma renovação no propósito de tornar possível o refletir congruente com o crescente conhecimento da ciência.

päivät Kasvatustieteen
23 - 25.11.2000, Åbo, Finlândia

* Professora de Educação da Universidade Åbo Akademi –
VAASA - Finlândia

Mais um vídeo para reflexão e diálogo

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Educação, contextos e antropologia

"Em que ponto está os conceitos de homem para formar os referenciais teóricos da educação?

Como estão as perspectivas teóricas dominantes da educação para formar conceitos de homem e as condições existenciais da vida humana?"

São perguntas feitas na Finlândia e que se aplica ao Brasil também no seu respectivo contexto.


by *Göran Björk

"Em que sentido é a ciência da educação e filosofia da educação interessados ​​na vida humana e nas condições existenciais do homem?

Existem diferenças entre os conceitos teóricos da educação no espaço europeu continental e na área anglo-saxão e o que isto significa é importante para discutir e analisar. Tais investigações devem definir ou discutir a natureza da educação, a idéia de seus contextos históricos e da antropologia.

O referencial teórico de "Erziehung" e "Bildung" no contexto alemão difere da aprendizagem e desenvolvimento, que reflete os conceitos que são enfatizados em contextos de língua inglesa.

Um estudo das diferenças entre a ciência da educação e filosofia da educação em língua alemã e anglo-saxão podem contribuir para uma maior sensibilidade e compreensão mais profunda da vida humana e as condições existenciais do homem.

As questões antropológicas a partir de uma perspectiva filosófica são influenciadas de diversas formas. Quando os pensamentos são influenciados pelo racionalismo do Século das Luzes o conceito de homem é diferente de onde os pensamentos são influenciados pela metafísica religiosa.

Em que ponto está os conceitos de homem para formar os referenciais teóricos da educação?

Como estão as perspectivas teóricas dominantes da educação para formar conceitos de homem e as condições existenciais da vida humana?"

NERA-congresso
11.13 mars 2004 Reykjavik, Island 11,13 mars 2004
Reykjavik, Ilha

*Professora de Educação da Universidade Åbo Akademi -
VAASA - Finlândia

Para refletir
Åbo Akademi