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sábado, 30 de junho de 2012

Sara Winter e o FEMEN na Ucrânia

Com pequeno atraso registramos a participação de uma seguidora de nosso blog Ledjane Sara nos protestos do Femen na Eurocopa. Nossa querida Ledjane Sara ou Sara Winter retorna em breve ao Brasil e está bem segundo informações na sua  página do facebook. Críticas à parte e sem moralismo piegas Sara Winter é vanguarda e o mundo necessita dos ponta de lança!

Conheci Sara em 2011 quando ela esteve aqui em Araraquara com meu sobrinho Rafael para assistir à ópera O Barbeiro de Sevilha numa adaptação infantil. Confesso que me encantei com a beleza, brejeirice e inteligência de Sara. Só não sabia de sua consciência política e ativismo.

Quero externar  à Sara Winter aqui no blog o meu profundo respeito e admiração por  sua coragem e valentia. O mundo precisa de milhões de "Saras".

Breve informação

O FEMEN (em ucraniano: Фемен) é um grupo ucraniano de protesto, fundado em 2008 por Anna Hutsol, com base na cidade de Kiev. A organização tornou-se notória por protestar em topless para contra temas como o turismo sexual, o sexismo e outros males sociais.

Brasileira vai para a Ucrânia protestar sem roupa e acaba presa
Acompanhada por uma ucraniana, Sara Winter pintou o corpo e protestou durante a Eurocopa.


http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681136-15605,00.html

Uma brasileira foi presa neste domingo (24), na Ucrânia, durante um protesto na Eurocopa. Ela saiu do Brasil na quinta-feira, rumo a Kiev, para se juntar ao grupo Femen: as militantes feministas que ficaram famosas por protestarem de seios de fora pelos direitos das mulheres.

Na Eurocopa, os protestos das mulheres de topless contra o turismo sexual estão chamando tanto a atenção quanto o futebol. Elas são integrantes do grupo Femen, que surgiu em 2008, na Ucrânia, e acaba de ganhar um reforço brasileiro: a paulista Sara Winter, de 20 anos.

“Fiz um protesto aqui durante a virada cultural. Elas viram, acharam o máximo e me convidaram. Minha família é bem conservadora. Mas sei que eles apoiam de coração. Eles têm muito medo do que pode acontecer comigo, do que pode ser do meu futuro”, conta.

Os protestos do Femen, vira e mexe, acabam com as meninas detidas pela polícia. Mesmo sabendo dos riscos, Sara embarcou na quinta-feira (21) para a Ucrânia.

“Nunca saí do Brasil. Nunca imaginei que o primeiro país para o qual eu fosse seria a Ucrânia”, comentou.

Depois de várias escalas, ela chegou a Kiev só na noite deste sábado (23). Mas o cansaço de quem viajou dias não transparecia. A cara doce escondia uma vontade firme de participar, de protestar. Mas ela não sabia se isso seria possível porque de manhã já tinha acontecido um protesto e três mulheres estavam presas.

“Eu espero que aconteça hoje porque estou super animada”, disse.

Sara foi recebida com cartazes que mostravam uma união Ucrânia-Brasil e o protesto tem uma raiz comum. Nas arquibancadas, em todos os jogos, se podem ver mulheres muito bonitas. As ucranianas, como as brasileiras, têm uma fama merecida.

Mas turismo sexual é um problema comum: na cidade se vê muita prostituição e isso aumentou durante a Eurocopa.

Neste domingo (24), em frente ao estádio, os torcedores esperavam o jogo e um desses clubes eróticos botou o show no meio da rua. Enquanto isso, Sara finalmente recebeu a notícia de que iam tentar aproveitar o jogo entre Itália e Inglaterra, em Kiev, para mais uma manifestação.

A ucraniana Sacha explicou para Sara como lidar com a polícia, como se debater. Ensaiaram os gritos na esperança de que teriam tempo para isso. Sara então teve o corpo pintado com a frase: “Estuprada pelo euro”.

Até agora, desde o início da Eurocopa, as mulheres da Femen já fizeram quatro protestos. Dois eles, em outras duas vezes, elas foram presas antes.

Hora de ir à luta: tirar a roupa e se borrar de vermelho simulando sangue. Levantar o cartaz é relativamente rápido. As duas berravam contra o euro e conseguiram em pouco tempo chamar a atenção de toda a mídia internacional.

O protesto continuava, e elas se dirigiam para cada vez mais perto do estádio. Sacha tentou subir em uma mesa e foi derrubada. A polícia chegou rasgando e prendeu as duas.

Sara gritava que era do Brasil, mas os policiais ucranianos não se sensibilizaram. Ela ainda tentou se agarrar com as pernas em uma grade, mas logo foi arrancada de lá. Arrastadas para longe do público e das câmeras. Presas, Sara e Sacha estão passando a noite na cadeia

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